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Dra. Yasmin Trioni – Geriatria em Itapeva – SP

O Que é demência?

A demência não é uma doença única, é um termo geral para descrever um conjunto de sintomas que indicam perda progressiva de funções do cérebro, como memória, raciocínio, linguagem e comportamento. É um termo geral que utilizamos para várias condições que afetam o cérebro.

Importante: demência não é uma consequência “natural” da idade. Se você ou alguém próximo apresenta sinais, é fundamental procurar um especialista.

Agende uma consulta com um geriatra para investigar mudanças na memória e receber um plano personalizado de cuidados.

Médica que cuida de Demência, Esquecimento e Alzheimer

A Dra. Yasmin Trioni é médica clínica geral com ênfase no cuidado com idosos e atua no acompanhamento de pacientes com demência, queixas de memória e doença de Alzheimer. Seu trabalho é voltado para a investigação das causas do esquecimento e para o cuidado integral da saúde cognitiva na terceira idade.

A Dra. Yasmin entende que o esquecimento frequente pode gerar insegurança, preocupação e dúvidas, tanto para o paciente quanto para a família. Muitas vezes, não saber se aquilo faz parte do envelhecimento ou se pode ser um sinal de doença traz ansiedade e medo.

Por isso, sua abordagem vai além de apenas avaliar exames. Ela busca entender o funcionamento da memória, investigar as possíveis causas das alterações cognitivas e orientar um tratamento adequado para cada caso.

O acompanhamento também envolve a orientação de familiares e cuidadores, já que o cuidado com pacientes com alterações de memória exige apoio, informação e planejamento para garantir segurança e qualidade de vida.

A consulta é um espaço de acolhimento, escuta atenta e cuidado individualizado, onde são avaliados não apenas os exames, mas também o histórico de vida, rotina, medicações, hábitos e fatores que podem impactar a saúde do cérebro.

Formada em Medicina pelo Centro Universitário Municipal de Franca (Uni-FACEF), a Dra. Yasmin está em processo de especialização em Geriatria pela Afya, em São Paulo, onde tem a oportunidade de acompanhar casos reais e aprofundar sua experiência no cuidado com a saúde cognitiva do idoso.

Seu propósito é oferecer uma medicina humana, atenta e resolutiva, ajudando pacientes e famílias a compreenderem melhor as alterações de memória e a encontrarem o melhor caminho para manter autonomia, segurança e qualidade de vida.

A Dra. Yasmin atende na cidade de Itapeva – São Paulo, recebendo pacientes de toda a região que buscam acompanhamento próximo e especializado na saúde do idoso.

O que é Alzheimer e como ele se diferencia das outras demências

O Alzheimer é a forma mais comum de demência, responsável por 60% a 80% dos casos, mas não é a única. Existem outras causas, como a demência vascular, a demência por corpos de Lewy, a demência frontotemporal e também a demência mista, quando um paciente apresenta mais de um tipo de demência ao mesmo tempo.

O grande diferencial do Alzheimer é que ele começa, geralmente, com alterações de memória recentes, progredindo lentamente para dificuldades de linguagem, orientação e até reconhecimento de pessoas.

Um diagnóstico precoce com o geriatra ajuda a retardar a evolução, adaptar a rotina e orientar a família para um cuidado mais leve e seguro.

Esquecimento normal X Sinais de alerta

Esquecimentos comuns do envelhecimento:

Perder as chaves de vez em quando, esquecer um nome e depois lembrar, ou precisar de um lembrete para pagar contas podem ser normais com o avanço da idade.

Quando o esquecimento deixa de ser normal.

Cuidados Preventivos

Se os esquecimentos ficam frequentes, atrapalham atividades diárias ou vêm acompanhados de mudanças de comportamento, é hora de investigar.

Os 10 primeiros sinais de demência:

Perda de memória que afeta as atividades diárias.

Um dos sinais mais comuns, especialmente na fase inicial, é a perda da memória recente. Incluem também o esquecimento de datas ou eventos importantes, fazer as mesmas perguntas repetidamente e precisar cada vez mais recorrer a recursos de memória (por exemplo, lembretes ou dispositivos eletrônicos) ou a familiares para coisas que antes eram resolvidas por conta própria.

Desafio em planejar uma rotina ou resolver problemas.

Algumas pessoas que convivem com alterações de memória devido ao Alzheimer ou outras demências podem apresentar alterações na capacidade de desenvolver e seguir um plano ou trabalhar com números. Podem ter dificuldade para seguir uma receita conhecida ou controlar as contas mensais. Podem ter dificuldade de concentração e levar muito mais tempo para fazer as coisas do que antes.

Dificuldade para completar tarefas que antes eram corriqueiras.

Pessoas com alterações de memória decorrentes do Alzheimer ou de outras demências frequentemente têm dificuldade para realizar tarefas diárias. Às vezes, podem ter dificuldade para dirigir até um local conhecido, organizar uma lista de compras ou lembrar as regras de um jogo favorito.

Confusão mental (com tempo ou lugar).

Podem perder a noção de datas, estações do ano e a passagem do tempo. Podem ter dificuldade para entender algo que não acontece imediatamente. Às vezes, podem esquecer onde estão ou como chegaram lá.

Dificuldade na visão e na relação de espaço entre os objetos.

Algumas pessoas que vivem com Alzheimer ou outras demências podem apresentar alterações na visão. Isso pode levar a dificuldades de equilíbrio ou de leitura. Elas também podem ter dificuldades para avaliar distâncias e determinar cores ou contrastes, causando dificuldade para algumas tarefas, como por exemplo para dirigir.

Dificuldade para encontrar palavras simples, tanto na fala, como na escrita.

Podem também ter dificuldade para acompanhar ou participar de uma conversa. Elas podem parar no meio de uma conversa e não ter ideia de como continuar, ou podem repetir o que já foi falado. Podem ter dificuldades com o vocabulário, ter dificuldade para nomear um objeto familiar ou usar o nome errado.

Perder coisas, trocar objetos de lugar.

Uma pessoa com Alzheimer ou outra demência pode colocar objetos em lugares incomuns. Ela pode perder objetos e não conseguir voltar atrás para encontrá-los. Ela pode até mesmo acusar outras pessoas de roubo, especialmente à medida que a doença progride.

Julgamento diminuído ou deficiente.

Indivíduos que vivem com Alzheimer ou outras demências podem apresentar alterações no julgamento ou na tomada de decisões. Por exemplo, podem ter pouco discernimento ao lidar com dinheiro ou prestar menos atenção à higiene pessoal ou à higiene da casa.

Afastamento do trabalho ou das atividades sociais.

Pode apresentar alterações na capacidade de manter ou acompanhar uma conversa. Como resultado, pode se afastar de hobbies, atividades sociais ou outros compromissos. Pode ter dificuldade para acompanhar um time ou atividade favorita.

Mudanças no humor ou na personalidade.

Eles podem ficar confusos, desconfiados, deprimidos, medrosos ou ansiosos. Podem ficar facilmente chateados em casa, com amigos ou quando estão fora de sua zona de conforto.

Se você identificou alguns desses sinais, agende uma consulta com o geriatra para avaliação detalhada.

Fatores de risco para demência 

Alguns fatores aumentam a chance de desenvolver Alzheimer ou outras demências:

Idade avançada: Após os 65 anos, o risco de Alzheimer dobra a cada cinco anos. Após os 85 anos, o risco chega a quase um terço.

Histórico familiar.

Doenças crônicas como hipertensão, diabetes e colesterol alto, principalmente se não controladas.

Sedentarismo

Má alimentação

Tabagismo 

Consumo excessivo de álcool.

Pouca estimulação do cérebro (isolamento social, falta de leitura e interação).

Traumatismos cranianos prévios


A boa notícia é que muitos desses fatores podem ser prevenidos. Um geriatra pode ajudar a organizar esse cuidado de forma personalizada.

Como é feito o diagnóstico 

Não existe um teste específico para determinar se alguém tem demência. O geriatra diagnostica Alzheimer e outros tipos de demência com base em um histórico médico detalhado, exame físico, exames laboratoriais e nas alterações características no pensamento, nas funções diárias e no comportamento associadas a cada tipo de demência.

Avaliação médica e testes cognitivos.

O geriatra faz entrevistas, aplica testes de memória e analisa hábitos de vida para compreender a situação de cada paciente.

Exames de imagem e laboratoriais.

Podem ser solicitados exames para investigar causas reversíveis de esquecimento.

Importância da avaliação geriátrica global.

Além do cérebro, é preciso olhar para todo o organismo — medicamentos, humor, sono e doenças associadas.

Não espere os sintomas piorarem. Marque uma avaliação geriátrica completa e receba orientação personalizada.

Com o acompanhamento regular de um geriatra, cada etapa é ajustada conforme a necessidade do paciente e da família.

Prevenção: é possível evitar a demência?

Sim! Estudos mostram que hábitos saudáveis fazem diferença:

Praticar exercícios físicos regularmente.
Manter uma alimentação balanceada.
Estimular o cérebro com leitura, jogos e aprendizado.
Socializar e manter vínculos afetivos.
Dormir bem e cuidar da saúde mental.

Se você deseja envelhecer com mais saúde e independência, o geriatra pode orientar mudanças práticas para o seu dia a dia.


Cada fase da vida é uma oportunidade de cuidar do cérebro. Converse com um geriatra sobre prevenção.

O papel do geriatra no cuidado da memória

O geriatra é o médico que olha para o idoso como um todo — não só para a memória, mas também para os remédios, as doenças associadas, o risco de quedas, a alimentação e o bem-estar emocional.

Consultar um geriatra significa cuidar do idoso de forma integral.

Se você ou alguém da sua família tem apresentado sinais de esquecimento, este é o momento ideal para marcar uma consulta.

Mitos e verdades sobre Alzheimer e esquecimento

“Todo idoso vai ter demência.”
MITO! Nem todo esquecimento é demência.

“Não há nada a fazer.”
MITO! Há tratamentos, terapias e estratégias que melhoram a qualidade de vida.

O diagnóstico precoce muda tudo.”
VERDADE! Quanto antes o cuidado começa, melhor o resultado.

Conclusão: cuidar da memória é cuidar da história de vida 

A memória guarda histórias, afetos e vínculos. Por isso, cuidar dela é também cuidar da identidade e da dignidade de quem envelhece.

Se você identificou sinais de esquecimento em alguém que ama, não espere: agende uma avaliação geriátrica e ofereça a chance de um envelhecimento mais saudável e com qualidade de vida

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